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Diretor da Ampere Energy Portugal em entrevista à Edifícios e Energia

Diretor da Ampere Energy Portugal em entrevista à Edifícios e Energia

No âmbito do lançamento oficial da Ampere Energy Portugal, na Tektónica no dia 5 de maio, Nuno Pinheiro deu uma entrevista à revista de especialidade Edifícios e Energia. O Diretor de Negócio da Ampere falou sobre a atividade da empresa, as inovações, os desafios e as oportunidades, numa conversa que esclarece o que é a empresa e como funcionam as baterias inteligentes.

“Como as vossas soluções podem contribuir para a melhoria da eficiência energética dos edifícios?
Um edifício é tão mais eficiente quanto maior for a sua independência energética da rede, quanto maior poupança criar nas suas contas de energia. E essa maior independência consegue-se mais facilmente conjugando sistemas construtivos chamados de “passivos”, e que são inerentes aos sistemas e materiais de construção, com sistemas eficientes chamados de activos, nomeadamente equipamentos de climatização. Com estes sistemas implementados num edifício, as necessidades energéticas a partir da rede serão mais reduzidas. A bateria é um equipamento que vai alargar este período de independência energética, minimizando as necessidades de um edifício necessitar da energia da rede.

Numa era em que o progresso tecnológico anda a passo acelerado, a digitalização e conectividade são cada vez mais uma realidade também no sector energético. A Ampere Energy já está a responder a esse desafio, mas que evoluções antevê num futuro próximo?
Apenas as empresas que se preparem para a digitalização e conectividade é que irão resistir. Em três anos, em todo o mundo, perto de 50 mil milhões de dispositivos estarão conectados entre si. E a Ampere Energy já se está a preparar para fazer parte da era do Big Data. Hoje, os nossos equipamentos já não são vulgares baterias de armazenamento. São sistemas inteligentes de armazenamento de energia que fazem a gestão do consumo de uma instalação. No futuro, estes sistemas inteligentes terão uma abrangência ainda maior, interligando-se com outros equipamentos periféricos, elevando a um patamar superior a gestão eficiente da energia de um edifício.”

Poderá consultar a entrevista na íntegra aqui.