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Os primeiros apoios do Fundo Ambiental já começaram a ser validados!

Os primeiros apoios do Fundo Ambiental já começaram a ser validados!

Governo já passou 100 cheques dos apoios para tornar casas mais eficientes

O Governo já recebeu quase 1500 candidaturas de painéis fotovoltaicos, aparelhos de climatização, bombas de calor e janelas eficientes. Nos primeiros 100 cheques vai pagar 200 mil euros.

OMinistério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) anunciou esta terça-feira que o Fundo Ambiental já começou a pagar os primeiros 100 incentivos do “Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis”, que dispõe de uma dotação de 4,5 milhões de euros para 2020 e 2021.

Estes primeiros 100 cheques para tornar as casas mais eficientes, e cujo pagamento se “inicia hoje”, equivalem a um valor de cerca de 200 mil euros, refere o comunicado do MAAC, revelando também que desde 7 de setembro, data em que abriram as candidaturas na plataforma do Fundo Ambiental, foram submetidos 1468 pedidos.

Deste total, foram avaliadas e validadas as primeiras 100 candidaturas, sendo que a “preferência dos proponentes tem sido pela instalação de painéis fotovoltaicos, seguido de aparelhos de climatização e bombas de calor, e ainda janelas eficientes”.

“Recorde-se que o incentivo às candidaturas elegíveis é atribuído por ordem de submissão, após verificação das candidaturas e a conformidade dos critérios de elegibilidade”, sublinha o MAAC.

Criado no âmbito do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES), o “Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis” é dirigido a pessoas singulares proprietárias de frações ou edifícios de habitação, construídos até ao final de 2006, apoiando medidas e intervenções que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular em edifícios.

A taxa de comparticipação das intervenções é de 70%, até ao valor limite estabelecido para cada tipologia de projeto. Cada candidato está limitado a um incentivo total máximo de 15.000 euros, sendo o limite máximo por edifício unifamiliar ou fração autónoma de 7.500 euros.